Ao contrário do que a maioria dos profissionais pensa, as crises empresariais não são apenas males alheios que nunca batem à porta, na maior parte dos casos, aparecem quando menos se espera. O que significa que, tal como fazemos com qualquer gripe ou maleita física, temos de estar sempre preparados para gerir uma crise, garantindo o mínimo impacto para a saúde da empresa e do negócio.
A pergunta pode-lhe parecer estranha mas já alguma vez fez um check-up à sua organização?
A gestão de uma crise envolve o domínio de diversas ferramentas que vão permitir analisar e perceber o contexto da empresa, do mercado, do setor e até da concorrência. Parece-lhe difícil e complexo? Então, saiba por onde começar:
Forme-se e informe-se: Hoje em dia, já existem diversas formações que permitem aprofundar a temática da gestão de crises, dotando os participantes dos conhecimentos base para o desenvolvimento desta ferramenta estratégica;
Reúna os melhores: Confie nos seus colegas e parceiros (como a agência de comunicação) para colaborar na definição dos objetivos centrais do negócio em situação de crise (e acredite que a sobrevivência não é – nem deve ser – o único propósito);
Constitua o comité de crise: Com o apoio de profissionais especializados, defina cargos e respetivas funções, considerando que os elementos selecionados deverão receber formação que lhes permita estar perfeitamente habilitados para gerir uma sensibilidade empresarial.
Elabore o manual de crises: E faça-o imparcialmente, eliminando a miopia a que a rotina profissional, infelizmente, nos habitua. Envolva colaboradores e parceiros no processo, formulando um manual o mais completo e eficaz possível.
Esteja sempre preparado: Atualize-se. Reforce a formação. Reveja periodicamente o manual de crises.
E, finalmente, garanta que os “médicos” do negócio, sendo especialistas, trabalham sempre para que a saúde da sua empresa se mantenha como se pretende: coesa, forte e inabalável.
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