“O que faz as pessoas comprarem o meu produto?”, é esta a questão que todos os empresários devem fazer. Conhecer o mercado alvo da sua empresa, entender as reações do consumidor, estabelecer padrões e tentar adivinhar os seus movimentos são fatores fundamentais para o sucesso, nomeadamente para o comércio.
Segundo o estudo “O factor I: como o consumidor lidera a inovação no retalho”, da Economist Intelligence Unit, a era do “I-Con” está a chegar. A investigação, que envolveu 300 retalhistas europeus, revela que, em 2020, espera-nos o consumidor inteligente, omnicanal e omnipotente. O relatório vai mais longe e sublinha que, até lá, os telemóveis vão ultrapassar as lojas físicas, os websites e call centers, como o mais importante canal de comunicação com os clientes. Conheça o consumidor do futuro.
Comunicar: o telemóvel reinará
Se hoje em dia apenas 32% dos retalhistas utilizam o telemóvel para comunicar com os clientes, em 2020 este será o meio mais importante, de acordo com 43% dos inquiridos. Esta aproximação poderá ser através da tecnonologia NFC (Near-Field Communications) – tecnologia de comunicação a curta distância que permite trocar informações de forma segura, através de dois dispositivos compatíveis.
O telemóvel também poderá ser aproveitado pelas suas capacidades de posicionamento geográfico para oferecer descontos.
Pagar: o futuro é omnicanal
A curto prazo, a aposta das insígnias de retalho passa por melhorar as ofertas de comércio eletrónico e comércio mobile. Mas, na calha, está uma revolução dos serviços dentro das lojas físicas, onde o objetivo é oferecer serviços integrados em todos os canais.
Até 2020, um total de 41% dos retalhistas entrevistados consideram implementar pontos de venda para telemóveis dentro das lojas, 33% irá oferecer pontos de self service e 35% irá recorrer a tecnologias relacionadas com a localização para conseguir novas vendas.
Tendências: mercados emergentes ditam
Segundo o estudo, entre os retalhistas existe a crença generalizada que a primeira geração de consumidores oriundos dos mercados emergentes será o grande motor da indústria na próxima década.
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